que hardware eu preciso?
mínimo viável: 4 cpu cores, 8 gb ram, 1 tb ssd, 100 mbps upstream estável. recomendado: 8 cores, 16 gb ram, 2 tb nvme, 1 gbps upstream, gpu consumer (rtx 4090/5090) se quiser aceitar cargas de inferência. provider-node aceita deployment em bare-metal, vps, ou marketplace (salad cloud, rent.ai, akash).
posso rodar em salad / rent.ai / akash?
sim. o protocolo é supply-agnóstico — um proof-of-relay compromete a mesma atestação criptográfica independentemente de onde a gpu fisicamente reside. container docker do aevia-node está publicado; basta deploy com os flags de identidade e você entra na rede. operador racional compara o subsídio aevia vs o preço spot do marketplace em tempo real e escolhe onde alocar a capacidade. rfc-8 §7.5.
quando e como sou pago?
a cada epoch (padrão 24h), o coordinator agrega proof-of-relay receipts submetidos pelos provider-nodes, computa a merkle root e submete on-chain. após janela de contestação de 72h (rfc-5 §4), o settlement é finalizado e cada provider pode chamar persistencepool.claim(settlementid) pra sacar seu usdc. todo fluxo não-custodial — aevia llc nunca intermedia os fundos.
e se meu nó cair?
nenhum problema imediato — outros providers que pinam os mesmos cids continuam servindo. você perde a receita dos bytes que teria servido enquanto offline, mas não perde acesso a receitas já acumuladas (ficam no seu saldo claimable). reconexão é automática: ao voltar, o binário reanuncia seus cids pinados via dht e volta a receber requests.
o que é proof-of-relay exatamente?
um recibo assinado duplamente (ed25519 pelo viewer + ed25519 pelo provider) que certifica "este viewer recebeu n bytes do cid x deste provider em timestamp t". providers agregam recibos e submetem ao coordinator. o coordinator constrói uma merkle root sobre os recibos agregados e submete on-chain. contratos solidity validam a root; pagamento é proporcional a bytes atestados, não a tempo de uptime. rfc-5 §4 detalha o formato.